Saúde, segurança e meio ambiente, conduzido de ponta a ponta
Você não precisa virar especialista em segurança do trabalho.
Nem contratar um. Você conta como a sua empresa é, e a gente conduz o resto: o que levantar, o que fazer, quem executa, quando e por quanto. Do seu lado isso pode ser tocado pelo seu técnico, pelo seu encarregado ou pela sua secretária. Do nosso, tem profissional habilitado respondendo tecnicamente por cada documento.
No fim é por isso que existe: para que quem trabalha na sua empresa volte bem para casa, sem que isso vire mais um projeto na sua rotina.
Não é software e não é consultoria
Quem opera do seu lado não precisa entender do assunto. Pode ser o engenheiro que você já tem, pode ser o técnico, pode ser o encarregado, pode ser a secretária. Isso não é concessão, é o desenho: se o sistema exigisse um especialista do seu lado, ele teria transferido o problema em vez de resolver.
E se você já tem equipe de segurança, melhor ainda. Ela para de gastar o dia montando documento e volta a fazer o que interessa, que é olhar a operação.
Duas situações, o mesmo trabalho
Como está o acompanhamento na sua empresa hoje
Antes de qualquer conversa, leve isto de graça. Marque o que já é feito e mantido atualizado na sua empresa. Ninguém vê a sua resposta e não pedimos nada em troca: serve para você enxergar o que já roda sozinho e o que ainda depende de alguém lembrar.
Oito pontos de acompanhamento
Você recebe a exigência e não recebe a saída
Alguém escreve no seu programa que tal treinamento tem que ser dado. Aí você não sabe onde contratar, não tem gente para sair procurando no mercado, não sabe quanto deveria custar, e depois não tem como acompanhar quem fez, quem faltou e quando vence.
O mesmo acontece com equipamento de proteção, com exame e com medição. A obrigação fica registrada, e a solução não vem junto. Quem escreveu vai embora e a conta fica com você.
E tem o segundo problema, que é mais silencioso: o levantamento vicia. É copiado do ano anterior, descreve uma operação que já mudou de equipe, de layout e de equipamento, e ninguém confere se o que está escrito ali chegou a ser feito. Continua existindo como arquivo e deixa de valer como gestão. Você não tem como perceber, porque ele parece igual ao do ano passado, e é por isso que parece certo.
Aqui a exigência já vem resolvida
Nosso trabalho não é te dizer o que você precisa fazer. É fazer acontecer. Cada obrigação que aparece chega com quem pode executar, por quanto, em quanto tempo, e com o controle de quem já fez e quem ainda falta.
Não sabe onde contratar aquele treinamento: a gente encaminha. Não sabe qual equipamento atende àquele risco: já vem definido. Não tem quem controle validade de exame, de treinamento e de certificado: o sistema controla e avisa antes de vencer.
Você não fica com uma lista de pendências. Fica com uma lista de coisas encaminhadas, e enxergando o andamento de cada uma.
Como isso deixa de ser só custo
Você já paga por programa, exame, treinamento e equipamento, e isso não vai deixar de existir. O que dá para mudar é o que sobra dessa despesa além do documento.
O que sobra é informação que você não tinha: qual frente vai parar semana que vem porque um treinamento vence, qual função some do quadro com mais frequência, onde o mesmo problema se repete há três anos, e qual equipamento está sendo comprado sem responder a risco nenhum.
Nada disso é dado novo. É dado que você já é obrigado a gerar, e que hoje termina num arquivo que ninguém abre.
Quando existe adoecimento ligado ao trabalho, o sistema mostra onde. E aqui vale ser direto: atestado é direito do trabalhador e é consequência de um estado de saúde. Não existe, e não deveria existir, ferramenta para dificultar atestado. O que dá para mudar é a condição, e quando ela muda o afastamento cai porque a causa caiu.
Quando saúde e segurança é um processo à parte, que alguém cobra de vez em quando, ela é só custo. Quando está no dia a dia, ela aparece no resultado. É mudança de cultura, não campanha de conscientização: é a informação certa chegando na hora em que a decisão está sendo tomada.
E no fundo é simples. Empresa onde as pessoas estão bem perde menos gente, para menos vezes e trabalha melhor. Isso não é discurso bonito para colocar em quadro na parede: é a coisa mais concreta que existe, e é a única que aparece ao mesmo tempo na vida de quem trabalha e no resultado de quem paga a folha.
Cada um entra pela porta que é dele
Não é um aplicativo, e não é mais uma ferramenta que só o técnico abre. Cada pessoa vê a parte que lhe cabe, no nível de acesso que lhe cabe, e alimenta a mesma base sem digitar nada duas vezes.
O que muda no mês que vem
Sem projeto de implantação, sem parar a operação
- A empresa é mapeadaUnidades, funções e quem faz o quê. Com catálogo pronto por tipo de atividade, você escolhe e ajusta, em vez de encarar formulário em branco.
- O dia a dia alimentaAdmissão, mudança de função, afastamento, entrega de equipamento, treinamento feito. O que já acontece é registrado uma vez, ali, e não digitado de novo em três lugares.
- Nós cuidamos do restoProfissional habilitado analisa, monta e assina o que precisa de assinatura. A contratação do que falta é encaminhada pela rede credenciada, com preço e prazo na tela.
- Você age em cima do que apareceOnde a falta se concentra, qual função gera mais afastamento, o que está vencendo, o que já foi feito. É aqui que o processo para de viciar e começa a devolver dinheiro.
Onde a sua operação estiver
Não trabalhamos por região. Como tudo é digital, o que define onde atendemos é onde fica a sua operação, não onde fica o nosso escritório. Quando o caso exige presença, mobilizamos quem tem a competência técnica para o seu local.
Conversa inicial sem custo
Quarenta minutos, e você já sai enxergando o que hoje não enxerga.
A gente olha o que você já tem, de onde vêm as suas faltas e as suas saídas, e o que está pendente esperando alguém resolver. Você sai com um retrato disso e com a ordem do que vale atacar primeiro, mesmo que não feche nada com a gente. Se der para uma pessoa trabalhar melhor amanhã por causa dessa conversa, já valeu a hora.
- O que você já tem hoje, e o que disso ainda vale
- De onde vêm as suas faltas e as suas saídas
- O que está pendente esperando alguém resolver
- A ordem do que vale atacar primeiro