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Saúde, segurança e meio ambiente, conduzido de ponta a ponta

Você não precisa virar especialista em segurança do trabalho.

Nem contratar um. Você conta como a sua empresa é, e a gente conduz o resto: o que levantar, o que fazer, quem executa, quando e por quanto. Do seu lado isso pode ser tocado pelo seu técnico, pelo seu encarregado ou pela sua secretária. Do nosso, tem profissional habilitado respondendo tecnicamente por cada documento.

No fim é por isso que existe: para que quem trabalha na sua empresa volte bem para casa, sem que isso vire mais um projeto na sua rotina.

Por lei
as normas obrigam, e todas partem do mesmo ponto: saber qual é o risco de cada função e provar o que foi feito a respeito.
Por contrato
quem contrata você exige documentação e comprovação, e com frequência exige mais e mais rápido do que a própria lei.
Por decisão
porque uma empresa em que as pessoas ficam, e ficam bem, simplesmente roda melhor. E porque acidente e afastamento custam caro.
O modelo

Não é software e não é consultoria

Não é um sistema para você configurar
Sistema de gestão você compra, parametriza, alimenta, e descobre depois que precisa de alguém dedicado só para cuidar dele. Aqui a parametrização é nossa, não sua.
Não é um consultor que aparece e some
O técnico entra, olha, escreve o que você tem que fazer, entrega o documento e vai embora. A execução, a cobrança e o prazo ficam com você. É aí que tudo trava.
É um serviço conduzido, passo a passo
Você diz como a empresa é. A partir daí o sistema conduz o passo seguinte no seu contexto, e o que exige competência técnica é resolvido por dentro, por nós.

Quem opera do seu lado não precisa entender do assunto. Pode ser o engenheiro que você já tem, pode ser o técnico, pode ser o encarregado, pode ser a secretária. Isso não é concessão, é o desenho: se o sistema exigisse um especialista do seu lado, ele teria transferido o problema em vez de resolver.

E se você já tem equipe de segurança, melhor ainda. Ela para de gastar o dia montando documento e volta a fazer o que interessa, que é olhar a operação.

Para quem é

Duas situações, o mesmo trabalho

Quem presta serviço dentro da operação de outra empresa
Contratos de médio e longo prazo, em que você responde pelo que a sua equipe faz lá dentro e ainda precisa comprovar isso a quem contratou, no prazo que ele pedir.
Quem tem operação própria e equipe em campo
Indústria, obra, logística, manutenção, serviço. Gente em turno, em posto e em deslocamento, que é onde o controle em planilha começa a falhar.
Quem já tem equipe de segurança e vive de planilha
O técnico existe, o trabalho é feito, e mesmo assim ninguém consegue responder rápido o que está vencendo e o que já foi feito. O problema não é competência, é ferramenta.
Autoavaliação

Como está o acompanhamento na sua empresa hoje

Antes de qualquer conversa, leve isto de graça. Marque o que já é feito e mantido atualizado na sua empresa. Ninguém vê a sua resposta e não pedimos nada em troca: serve para você enxergar o que já roda sozinho e o que ainda depende de alguém lembrar.

Oito pontos de acompanhamento

0 de 8 em dia
Marque os pontos que já são feitos e mantidos atualizados na sua empresa.
Conversar sobre isso →
O problema

Você recebe a exigência e não recebe a saída

Alguém escreve no seu programa que tal treinamento tem que ser dado. Aí você não sabe onde contratar, não tem gente para sair procurando no mercado, não sabe quanto deveria custar, e depois não tem como acompanhar quem fez, quem faltou e quando vence.

O mesmo acontece com equipamento de proteção, com exame e com medição. A obrigação fica registrada, e a solução não vem junto. Quem escreveu vai embora e a conta fica com você.

E tem o segundo problema, que é mais silencioso: o levantamento vicia. É copiado do ano anterior, descreve uma operação que já mudou de equipe, de layout e de equipamento, e ninguém confere se o que está escrito ali chegou a ser feito. Continua existindo como arquivo e deixa de valer como gestão. Você não tem como perceber, porque ele parece igual ao do ano passado, e é por isso que parece certo.

A diferença

Aqui a exigência já vem resolvida

Nosso trabalho não é te dizer o que você precisa fazer. É fazer acontecer. Cada obrigação que aparece chega com quem pode executar, por quanto, em quanto tempo, e com o controle de quem já fez e quem ainda falta.

Não sabe onde contratar aquele treinamento: a gente encaminha. Não sabe qual equipamento atende àquele risco: já vem definido. Não tem quem controle validade de exame, de treinamento e de certificado: o sistema controla e avisa antes de vencer.

Você não fica com uma lista de pendências. Fica com uma lista de coisas encaminhadas, e enxergando o andamento de cada uma.

O retorno

Como isso deixa de ser só custo

Você já paga por programa, exame, treinamento e equipamento, e isso não vai deixar de existir. O que dá para mudar é o que sobra dessa despesa além do documento.

O que sobra é informação que você não tinha: qual frente vai parar semana que vem porque um treinamento vence, qual função some do quadro com mais frequência, onde o mesmo problema se repete há três anos, e qual equipamento está sendo comprado sem responder a risco nenhum.

Nada disso é dado novo. É dado que você já é obrigado a gerar, e que hoje termina num arquivo que ninguém abre.

Quando existe adoecimento ligado ao trabalho, o sistema mostra onde. E aqui vale ser direto: atestado é direito do trabalhador e é consequência de um estado de saúde. Não existe, e não deveria existir, ferramenta para dificultar atestado. O que dá para mudar é a condição, e quando ela muda o afastamento cai porque a causa caiu.

Quando saúde e segurança é um processo à parte, que alguém cobra de vez em quando, ela é só custo. Quando está no dia a dia, ela aparece no resultado. É mudança de cultura, não campanha de conscientização: é a informação certa chegando na hora em que a decisão está sendo tomada.

E no fundo é simples. Empresa onde as pessoas estão bem perde menos gente, para menos vezes e trabalha melhor. Isso não é discurso bonito para colocar em quadro na parede: é a coisa mais concreta que existe, e é a única que aparece ao mesmo tempo na vida de quem trabalha e no resultado de quem paga a folha.

O sistema

Cada um entra pela porta que é dele

Não é um aplicativo, e não é mais uma ferramenta que só o técnico abre. Cada pessoa vê a parte que lhe cabe, no nível de acesso que lhe cabe, e alimenta a mesma base sem digitar nada duas vezes.

Portal do profissional
Quem tem a habilitação técnica analisa, monta e assina o que precisa de assinatura, com o histórico de tudo que já foi feito na empresa à mão.
Portal do RH
Admissão, mudança de função, afastamento, retorno, convocação de exame e o que está vencendo. O que o RH já faz, feito uma vez só.
Painel do gestor
Onde o adoecimento se concentra, qual função perde mais gente, o que está pendente e quanto custa. Para decidir, não para arquivar.
Aplicativo do trabalhador
Recebe o equipamento e assina ali, faz treinamento, avisa quando algo no posto está errado, e consulta o que é dele sem pedir a ninguém.
Rede credenciada
Onde a obrigação vira serviço contratado. Clínica, instrutor, laboratório, medição e fornecedor de equipamento ligados ao que o sistema apontou, com preço e prazo na tela.
Uma base só por trás
Todos os cinco escrevem e leem do mesmo lugar. É por isso que a revisão recalcula tudo em vez de obrigar alguém a refazer arquivo por arquivo.
Na prática

O que muda no mês que vem

O risco mapeado de verdade
Por função e por posto, com o que existe de fato: esforço, ruído, produto químico, altura, e também o que pesa na cabeça de quem trabalha.
Onde a operação perde gente
Afastamento e rotatividade ligados a função, turno e posto. Deixa de ser número no relatório e vira lugar onde agir.
Treinamento resolvido
O que cada função precisa, quem já fez, o que vence quando, e a contratação de quem vai ministrar encaminhada pela rede.
Equipamento do começo ao fim
O que cada risco exige, a entrega registrada na mão do trabalhador, o certificado rastreado e o aviso de troca antes de faltar.
Documentos em dia, sem esforço seu
Programa de riscos, controle médico, ergonomia e o resto saem da mesma base, assinados, atualizados quando a operação muda.
Quando alguém te cobra
Contratante pedindo documentação, auditoria marcada, cliente exigindo comprovação: você responde no mesmo dia, sem montar pasta nenhuma.
Como entra

Sem projeto de implantação, sem parar a operação

  1. A empresa é mapeada
    Unidades, funções e quem faz o quê. Com catálogo pronto por tipo de atividade, você escolhe e ajusta, em vez de encarar formulário em branco.
  2. O dia a dia alimenta
    Admissão, mudança de função, afastamento, entrega de equipamento, treinamento feito. O que já acontece é registrado uma vez, ali, e não digitado de novo em três lugares.
  3. Nós cuidamos do resto
    Profissional habilitado analisa, monta e assina o que precisa de assinatura. A contratação do que falta é encaminhada pela rede credenciada, com preço e prazo na tela.
  4. Você age em cima do que aparece
    Onde a falta se concentra, qual função gera mais afastamento, o que está vencendo, o que já foi feito. É aqui que o processo para de viciar e começa a devolver dinheiro.
Alcance

Onde a sua operação estiver

Não trabalhamos por região. Como tudo é digital, o que define onde atendemos é onde fica a sua operação, não onde fica o nosso escritório. Quando o caso exige presença, mobilizamos quem tem a competência técnica para o seu local.

Uma unidade
Funciona igual em qualquer estado, em capital ou no interior, com equipe grande ou pequena.
Várias unidades, estados diferentes
Todas na mesma base e no mesmo padrão. A comparação entre elas sai pronta, e costuma ser a primeira vez que a matriz enxerga isso.
Operação fora do Brasil
Atendemos. Lá o conjunto de normas é outro, então o escopo é desenhado com você antes de começar, em vez de transplantar norma brasileira para fora.

Conversa inicial sem custo

Quarenta minutos, e você já sai enxergando o que hoje não enxerga.

A gente olha o que você já tem, de onde vêm as suas faltas e as suas saídas, e o que está pendente esperando alguém resolver. Você sai com um retrato disso e com a ordem do que vale atacar primeiro, mesmo que não feche nada com a gente. Se der para uma pessoa trabalhar melhor amanhã por causa dessa conversa, já valeu a hora.

O que a gente olha nesses quarenta minutos
Sem apresentação de slides e sem proposta na mesa
  • O que você já tem hoje, e o que disso ainda vale
  • De onde vêm as suas faltas e as suas saídas
  • O que está pendente esperando alguém resolver
  • A ordem do que vale atacar primeiro
Para começar a conversa
preencher: telefone / WhatsApp preencher: e-mail
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